Apenas o grito a assistir à sua extinção.

Tuesday, October 10, 2017

Drogas necessárias?

Todos os dias somos informados de situações violentas.
As razões para a execução de tais atrocidades são primeiramente variadas e subjectivas. Mas à medida que nos aprofundamos no raciocínio, chegamos sempre à mesma base. O sistema é doentio, e as consequências têm que ser largamente controladas.

Somos selvagens incontroláveis, submissos instáveis, psicóticos, infelizes ou ilusoriamente felizes, com um ego que não permite a humildade inocente, e para que o caos não se instale...
Inventaram-se as farmacêuticas que nos ajudam a levantar e a adormecer, para ter maior acesso à memória e para que nos tornemos comodamente vegetais, para (e peço desculpa pela expressão brejeira) cagar e até imagine-se... para reter a bosta que tanto quer saír!!!!
Doenças, vírus, vacinas e curas são apresentadas como solução, até mesmo quando o contrário acontece. Há aqui muito para escavar. Mas cuidado, porque podem se sujar kkk.
Isto para dizer, que, qualquer dor, febre, é necessária para o entender os processos de cura do nosso corpo. E para toda a estrutura anímica energética do nosso corpo. Camuflar é obstruir, é fugir do entendimento natural do corpo e das emoções envolvidas.
Além de nos intoxicar, compromete grandemente o funcionamento natural de defesa inerente ao nosso corpo. Gerando muitas vezes efeitos adversos, secundários.


Cuidado com as drogas. Principalmente e não só, das farmacológicas. 




Monday, October 09, 2017

Grounding

- Grounding -

Dá-nos a oportunidade de sentirmos e nos sintonizar de novo à cadência pulsante energética da Terra, da qual nos desconectámos faz muito tempo.

Permitimos que nossa energia seja renovada e limpa. A mente acalma o ritmo e respirar acontece com uma fluidez continuada. Sente-se a continuação/extensão que somos da Terra. E pulsamos em uníssono.

A experiência será sempre limitada pela individualidade de cada um. Mas asseguro que poderá ser uma experiência de expansão significativa... Ou não. Claro está. A disponibilidade e a mente dictarão a experiência.

Andar descalço, algo simples e impensável para muitos. Afinal, sujar os pés é incómodo, pouco higiénico e é uma ação que levará ao julgamento de muitos ignorantes dos seus benefícios.
Hoje em dia, o status sobrepõe-se à saúde. Tudo por uma imagem imaculada de críticas... A sociedade se auto-pune. Ou não fosse a cultura, uma boa ferramenta para manter a manada homogénea.

 Os sapatos nos limitam a ligação e por isso nossa energia é tão limitada... Não damos tempo nem espaço para recarregar, renovar o fluido energético. Seja no campo ou na praia, a Terra é parte de nós. Longe dela, estaremos longe de nós e do nosso equilíbrio.

Ousem tirar os invólucros dos pés e sintam a liberdade.

Curem-se.

Em breve acrescentarei aqui alguns links sobre.


Padrões e herança genética.

Tudo existe em nossa matriz - dna.
E tudo é a todo o instante, dotado de inconstância.
O que somos e de onde viemos, o que vivemos e guardamos. O que nossa família acumula e nos passa, está na nossa herança genética.

A mudança existe mas para que aconteça, tem que haver lucidez. Mudar padrões, requer uma consciência profunda. O conhecimento de si mesmo.
Nada nos cura das doenças que criamos, além de nós mesmos. Mas para muitos isso é utópico.
A mente controla a situação, com todas as suas neuróticas desordens e distúrbio psicóticos coordenam nossas existência.
Não nos achamos responsáveis sobre o que nos acontece, e isso é fugir de si mesmo.
Assisti a muitos pedidos de ajuda, mas a resolução era me atribuída com uma carga de responsabilização que não fazia qualquer sentido, pois se não há trabalho interno, o externo só vai limpando pequenos detritos. Nada, comparando com o que reside no seu profundo individual. E a situação vai se arrastando, por vezes até se camuflando de outra patologia.

Parece muito complicado, mas é bem simples. Mudar ou desprogramar padrões. Requer autoconhecimento e portanto de tudo o que existe. E só a esse nível a nossa energia matriz se altera e dna se renova para sua original estrutura.

Para os interessados, esta informação poderá ser o início de uma nova postura na vida. Mais consciente de tudo o que se apresenta.
Recorrer à cura, se desresponsabilização de sua situação é condenar o tratamento ao fracasso.





















Loucos são os lúcidos

Nascemos num turbilhão de expectativas que nos engolem.  E entre falsos valores e desejos que escondem medos mais profundos, nos debatemos numa batalha na qual a guerra é já perdida. Sem que antes sequer saibamos, o que somos e qual o fundamento que nos torna vivos.

E continuamos perpetuando uma existência cega, entre os típicos entretenimentos criados para proporcionar "felicidades"... Efémeras.

Acreditamos porque somos ensinados a acreditar. E até nosso pensamento é condicionado entre os mesmos loopings de ligações eléctricas viciadas. Mas disso não sabemos, pois somos dotados de um ego que não quer morrer a nenhum custo. E desiludam-se os iludidos que buscam (seja o que for), pois o simples facto da intenção/desejo é pronuncio de fracasso no objectivo/destino.

A consciência plena do tudo/nada, acontece como um choque eléctrico no cérebro, onde várias e novas ligações neurológicas acontecem num crescente energético que flui através de nós.

E nada nunca antes será igual.
E vemos com uma clareza perturbadora, os zombies que nos tornámos. Uma humanidade sem humanidade. Uma desorientação orientada por conceitos e valores obtusos, que geram desconexão de si e portanto do universo.

Alienação camuflada de conhecimento, informação desinformada e manipuladora. Ou não vivêssemos nós num sistema em que, quanto maior o ruído, melhor!

Não interessa a sabedoria. Mas sim o conhecimento. E erroneamente relacionamos inteligência ao manancial de conhecimento que se adquire.
Somos repetidores de padrões inconscientes. E sair dessa matriz, só parando para ir abrindo a cortina.

Vivemos mortos para a vida. E vivos nas ilusões que adoptamos, quer conscientes quer inconscientes.

Loucos são os lúcidos.








Saturday, July 16, 2016

Euro

Observando a actualidade... Portugal venceu o Euro.
Pouco importante, pouco relevante na minha vida. Facto. Mas achei curioso o que se passou no desenrolar desse facto...

Na forma consecutiva como aconteceram as reações e que reações... somos mesmo uma comédia dantesca. E quando falo "somos", não me refiro aos portugueses ou aos franceses, mas sim á humanidade que se agride por uma ideia... que faz depender sua felicidade sobre estratégias premeditadas por quem está atrás do pano.

Julga-se o outro, segundo um código de conduta moral/social, o qual assenta em separação... como não ser violento?! Não se conhece outra realidade! Somos TODOS produto violento que não SE conhece e que por isso, apenas sabe repetir o que sempre se fez ou foi... até olharmos para dentro e resolvermos nos conhecer, até lá
vivemos a repetir o passado/memoria (seja ele nosso ou de outro)...

Será que ninguém vê a previsibilidade de tudo?!

Futebol é política.
Nacionalidade é política.
Economia é política.
Informação é política.
Guerra é politíca.
E toda a Política se rege de poder de influencias/interesses da Banca.

Se aprenderem a viver com tudo isso, sem dar importância, poderão resgatar o poder de viver em Amor sem precedentes...

E tu, o que és?

resp:
 - Sou do Benfica/Sporting/Porto...
- Sou Tuga, ou br...
- Sou _______ (profissão).
- Sou curioso, divertido, tímido, impulsivo, extrovertido, alto, gordo ou magro, forte ou fraco... adoro sardinhas, detesto favas... blablabla

E tu, quem és?
- Sou o Manel ou Maria...
- Sou o/a _______ (profissão).



Redutor não?!
sincronias













 

Relação vs Comunicação


Já falei da importância da relação na vida, aqui.
Na actualidade existe um obstáculo para que estabeleçamos essa relação. A necessidade louca de comunicar, que surgiram com as redes sociais.
Que de acesso ilimitado, nos permite cair na ilusão de ser.
Se não entende a profundidade do que aqui é dito, aconselho a ler textos anteriores...

Então, a realidade é que nunca estivemos tão longe de nós mesmos e da verdade do momento como nos tempos que ocorrem... manifestam-se vontades e emoções... criam-se movimentos e intensões... resumindo - reacções de reacções de reacções de reacções...

Somos o produto da realidade que temos enquanto seres reactivos. E que a tão desejada mudança, acontece dentro de cada um, no silenciar do seu próprio turbilhão de ruido, perante qualquer circunstancia.

Quando deixarmos de dar relevo á imagem que representamos... quando isso não importar mais... somos livres da maior prisão que nos fizeram acreditar - A de sermos qualquer coisa.

Vivemos numa estrutura social, que sofrerá consideráveis mudanças...
sem violência - pois não há divisão!

O que é divisão? Tudo o que qualifica o outro de diferente de mim!
Seja, cor, tamanho, raça/etnia, credo, clube de futebol, país, continente, condição económica, gostos, idade, pre-conceitos, conceitos...

Tudo leva ao grupismo, e por isso á separação do resto...

Essa separação nos torna alheios ao nosso poder total unificado. E por isso é preciso ser mantida pela estrutura económico-política. O sistema.

Está na TV, no Rádio, nos Grupos Sociais... que adoramos e continuamos a dar importância ao que falam e determinam os lideres desses grupismos...

Se simplesmente não dermos importância, a mudança acontece...

"Ah, mas para haver relação, tem que haver comunicação!"
Não da comunicação a que nos habituamos, mas de uma comunicação profunda, sentida, a qual não requer necessariamente palavras.
Quando passamos a viver do coração e não da/na mente.

Só nessa vibração tocamos a eternidade... sem memorias, nem bloqueios... onde não há mais espaço, para a tristeza ou o lamento, depressão....














 

Tuesday, June 14, 2016

Psiquiatrias psicóticas


A condição na qual nos encontramos não é problema. Problema é o que criamos na nossa mente... premeditar a acção, é permanecer fora da sincronicidade da vida.


No seguimento deste raciocínio, a sincronicidade trouxe:

isto

e isto


Esperar pelo avaliar analítico e limitado de qualquer profissional de saúde que não tenha uma visão holística do ser (corpo-mente-espírito), é se permitir ao engano.
Reconhecer o desequilíbrio pelo julgamento de outro, é se limitar de processos internos. Descomprometimento. Que é em si, legítimo.

Situações idênticas, revelam a repetição de situações ao longo da vida. Desafios que supostamente existem para que façamos os processos... se repetem até que o reconheçamos. E não existe nada de esotérico nesta elação. Apenas o reconhecer que somos energia e tudo se manifesta nessa base primeiramente.

Deixar que sua vida seja delegada por outra pessoa, é um risco tão grande quanto se delegar a si mesmo, - enquanto se identificar com a autoridade que sua mente exerce em si e nas suas reacções.

Procure a raíz do problema. Onde começa.
Ou permaneça no looping de vivências desarmónicas.
Livre arbítrio.
Porém a escolha é sempre sua... a consequência é sempre sua. Não do profissional de saúde, nem da fatalidade circunstancial, destino ou whatever.























Sunday, May 29, 2016

Experienciar


Vivemos o procurar de experiências.
Experiências que nos tragam a felicidade, realização, adrenalinas, ocitocinas, na verdade é tudo uma questão de hormonas, estímulos e cadeias de sensações.

Felicidades efémeras, que logo se torna a recordação de alegrias que são passados.
No presente, apenas a memoria... que nos caracteriza e nos torna o que pensamos ser.
Passamos a ser o acumulo de matéria e memórias.

Identidades, que defendem éticas pensadas, estruturas, hierarquias, posições, gostos, desejos, aspirações, sonhos, imagens... e procuramos saber. Saber é importante.
Acabamos por fazer incluir a educação/aprendizagem/cultura/valores com o nível de escolaridade. E continuamos a trazer ao mundo, sem discernimento, seres, que são a consequência das vontades, a uma realidade alheia ao ser humano íntegro.

Onde nos perdemos para nos encontrarmos tão distantes de nós mesmos?

Associamos inteligência a quem possui muito conhecimento. Sobre tudo e todos.
Saber, saber mais... estar informado, é viver do atrito... e somos bombardeados com conhecimentos, conteúdos aos quais damos muito valor, mesmo sem saber porquê.
E achamos que chegar a algum nível elevado de todas estas qualidades, será a tradução de auge da existência. Mas a felicidade continua a ser vivida aos soluços, pois existem sempre outras experiencias cada vez mais estimulantes, ou atractivas, exóticas, esotéricas... mais imagens, mais reconhecimentos, mais passados de presentes mornos, mais presentes mornos de passado. Ilusoriamente seguros. Num mecanismo onde se reproduzem padrões, só porque vivemos num sonho, no qual apenas temos que acordar. E tudo se repete, numa cega perspetiva de melhoramento.
Não existe alegria que dure, nem tristeza que perdure nesta existência incompleta e instável.
Tudo se experiencia e se julga viver intensamente, por viver situações que disparem a adrenalina.

Viver intensamente é viver, no aqui-agora, atento a si e aos seus sentidos, pensamentos, emoções... mas sem passado, sem identidade...
viver conectado com o coração e mente na mesma proporção, atento que somos a entidade que assiste a tudo. É desta conexão que sai a acção. É neste eixo de existência sintónica, naturalmente ordenada, que somos. É neste alinhamento que passamos a ter noção do poder que possuímos. Por o sentirmos vibrar.

É isto o viver de quem sabe quem é? Ou será isto o viver numa ideia sugerida e adoptada pelo sistema?















 

Friday, May 27, 2016

Momentum

Quando a mente percebe que não existe identidade, surge o medo.
Quando o coração percebe que não existe identidade, o medo não existe.
É o momento de pura coragem e reflexo de força, aceitar a morte do ego como identidade, e o renascer e assumir da entidade que somos.
Abraça esse momentâneo medo, atrás dele está o amplo e claro espaço de Ser.
É só a morte da morte em si.
Bem-vindo à vida! 

Sofrimento x Amor

Interessante ver que a pessoa que estiver/está submetida a situações de sofrimento, teve/tem a possibilidade de conseguir atingir um entendimento sobre si mesmo e/ou sobre a qualidade do momento.
Na verdade essas são as pessoas que estão mais próximas de se conhecerem e abraçar o que É.

Todos os momentos e oportunidades, acontecimentos de grande intensidade, poderão ser portais de libertação na consciência do que É.

Lidar com todos os processos do pensamento, criando medos e ansiedades, dores e sofrimentos. Estamos desconectados do nosso verdadeiro poder, desde o momento que nos identificámos com o pensamento. Nos achamos ser a voz que soa na cabeça... e temos a "estúpida" capacidade de falar connosco mesmos! Incongruente, não?

Temos a capacidade de nos observar. Se temos a capacidade de observar o pensamento, podemos observar que nossa existência continua a acontecer no espaço existente entre os pensamentos...

Temos pensamentos, mas não somos os pensamentos.

Perante situações em que o sofrimento toca a linha limite do humanamente suportável... chega-se a um ponto de saturação, em que sofrer já nos fere demasiado, e não existe outra opção do que: suspender a existência do sofrimento. Onde o silencio acontece e apenas te permites a existir... sem a tormenta da ideia que perpetua o sofrimento. 

No dia em que, entendemos que somos o que quisermos. Que temos esse poder estável, além da mente/centro/ego existir em tumulto fervilhante de conteúdo, e por isso instável, - resgatamos a nossa essência.













 

Thursday, May 26, 2016

Assistir III

O que é o amor?

Pergunta difícil(?)...

Ela requer o conhecimento sobre si mesmo e as sensações/emoções/sentimentos associados... e torna-se tudo uma confusão que se embaralha na garganta e não sai balbucio com sentido... depois desvia-se para o que "não é" ou "não deveria ser"... e assim se propaga o pensamento sobre... e se perde a verdadeira noção de que amor é a energia que tudo faz existir e é igualmente manifesta em ti.. tu, um ser que pensa ser autónomo a essa energia e dela se distancia, por se pensar separado. E dela se distancia, se distanciando de si mesmo. Ambiguidades...

E porque existe no amor, a instabilidade a que assisto? Porque não se está em amor. Porque existe uma dissociação do que se é, do que se pensa ser... e quem consegue viver nessa desarmonia a que chamam amor... o mundo, entre guerras e comandos, medos e pressões. Ilusões das ilusões. Pensamento sobre ideia, sobre ideia que se quer acreditar sem assistir.

O extermínio a que assisto o da Humanidade.

A perfeição do equilíbrio a se fazer manter. Tudo é perfeito.


















 

A ilusão do "Eu"

Onde há actividade do «eu», a meditação não é possível. É muito importante compreender isto, não verbalmente mas de facto. Meditação é um processo de esvaziamento da mente de toda a actividade do «eu». Se não compreendermos a actividade do «eu», a nossa meditação apenas leva à ilusão, ao auto-engano, a mais distorção. Portanto, para se entender o que é meditação temos de compreender a actividade do «eu».
O «eu« tem tido milhares de experiencias mundanas, sensuais, ou intelectuais, mas está farto delas porque não têm qualquer significado. O desejo de ter experiências mais «expansivas», mais «vastas», transcendentes, faz parte do «eu». Quando se têm tais experiências, ou visões, temos de ser capazes de as reconhecer, mas se as reconhecemos elas deixam de ser novas, passam a ser projecções do nosso passado, do nosso condicionamento, nas quais a mente se entretém julgando que elas são algo de novo. Não estejam de acordo, mas vejam a verdade do que está a ser dito, e isso passará a fazer parte de cada um de vós.
Um dos desejos fortes da mente, do «eu», é mudar o que é para o que «deveria ser». Ela não sabe o que fazer com o que é porque não é capaz de o resolver e, portanto, projecta uma ideia do que «deveria ser», que é um ideal. Esta projecção é a antítese de o que é, originando portanto, um conflito entre o que é e o que «deveria ser». Esse mesmo conflito é o sangue e o respirar do «eu».
Uma outra actividade do «eu» é a vontade – a vontade de vir a ser, a vontade de mudar. A vontade é uma forma de resistência, na qual fomos educados desde a infância. A vontade torna-se extraordinariamente importante para nós, economicamente, socialmente e religiosamente. A vontade é uma forma de ambição, e dela nasce o desejo de controle – controlar um pensamento por outro pensamento, controlar uma actividade do pensamento por outra actividade do pensamento. «Devo controlar o meu desejo»: o «eu», como «observador». O observador é o passado, com todo o conhecimento acumulado, experiencias e memórias. Assim, o «eu» separa-se a si próprio do «tu» (o observado) como sendo o observador. «Nós» e «eles». Enquanto as actividades do eu – enquanto o «eu» como observador, como controlador, como vontade, como o «eu» que deseja experiências – existirem, a meditação torna-se um meio de auto-hipnose, uma fuga da existência diária de todas as desgraças e problemas. Enquanto existirem essas actividades, tem de haver ilusão e engano. Temos de ver a realidade, não verbalmente mas de facto, de que uma pessoa que investiga a meditação, que quer ver o que acontece, tem de compreender todas as actividades do «eu».
Meditar é esvaziar a mente da actividade do «eu». E não podemos fazê-lo através de qualquer prática, de qualquer método, ou pedindo: «Diz-me o que hei-de fazer.» Portanto, se estamos realmente interessados neste assunto, temos de descobrir por nós próprios a actividade do nosso «eu« - os hábitos, as afirmações verbais, os gestos, as ilusões, o sentimento de culpa que cultivamos e mantemos como se fosse uma coisa preciosa, em vez de nos desfazermos dele, os castigos – todas as actividades do «eu«. E isso exige grande atenção.
Ora, o que é ter atenção? Atenção implica uma observação em que não há qualquer escolha; há apenas observar, sem interpretar, traduzir, ou distorcer. E isto não acontece enquanto houver um observador que está a tentar ter atenção. Será que podemos estar atentos, de tal modo a que nessa atenção só haja observação e não «observador»?
Reparem nisto. Ouviram ou leram esta afirmação: a atenção é um estado da mente no qual não há o observador que escolhe. Imediatamente queremos pôr isso em prática, em acção. Perguntamos: «O que faço? Como é que vou estar atento sem o observador ?» Queremos uma actividade imediata – o que quer dizer que não escutámos verdadeiramente essa afirmação. Estamos mais interessados em pôr a afirmação em acção do que escutar o que a afirmação nos diz. É como olhar uma flor e cheirá-la. A flor está lá, a sua beleza, a cor, o seu encanto. Olhamos para ela, colhemo-la e começamos a desfolhá-la. E assim procedemos quando escutamos a afirmação de que na atenção não há observador, porque se o observador está presente, então temos o problema da escolha, do conflito. Ouvimos o que foi dito e a reacção imediata da mente é: «Como é que vou fazer isso?». Assim, estamos mais preocupados com a acção, do como vamos fazer, do que como escutar o que realmente se está a dizer. Se o escutássemos de um modo completo, então respiramos o seu perfume, a sua verdade. E esse perfume, essa verdade, é que actua, não o «eu» que está lutando por agir correctamente. Perceberam bem isto?
Portanto, para se encontrar a beleza e a profundidade da meditação, temos de investigar as actividades do «eu», o qual é criado pelo tempo. Assim, temos de compreender o tempo.
Não façam nada acerca disso, escutem apenas. Descubram se é verdadeiro ou falso. Observem apenas. Escutem com o coração, não com uma mente limitada.
Tempo é movimento, tanto fisicamente como psicologicamente. Fisicamente, para nos deslocarmos daqui para ali precisamos de tempo. Psicologicamente, o movimento do tempo é para mudar o que é no «que deveria ser». Estamos a dizer que o pensamento é o movimento do tempo. Isto porque ele é a resposta dos conhecimentos adquiridos, é a experiencia, é a memória, que é tempo. Portanto, o pensamento nunca pode estar sereno. O pensamento nunca pode ser novo. O pensamento nunca pode originar liberdade.
Quando estamos conscientes do movimento do «eu» em todas as suas actividades – ambições, busca de realização pessoal, relacionamento – disso surge uma mente que está em completa quietude. Não é o pensamento que está quieto – percebem a diferença? A maior parte das pessoas tenta controlar os seus pensamentos, na esperança de trazer serenidade à mente. Conheci muitas pessoas que praticaram durante anos tentando controlar os pensamentos, esperando conseguir uma mente realmente aquietada. Mas eles não viam que o pensamento é um movimento. Podemos dividir esse movimento em o observador e o observado, aquele que pensa e o pensamento, o controlador e o controlado, mas isso continua a ser movimento. E o pensamento nunca pode estar quieto: se está quieto, morre, portanto, ele não tem possibilidade de estar quieto.
Se caminhamos bem fundo em tudo isto, em nós próprios, então veremos que a mente se torna completamente serena – não forçada a isso, não controlada, não hipnotizada. E ela terá de aquietar-se porque é somente nessa quietude que algo novo e irreconhecível pode acontecer. Se forço a minha mente a estar quieta através de vários truques e práticas, de choques, então isso é o aquietar-se de uma mente que lutou com o pensamento, que controlou o pensamento, que o reprimiu. Isso é totalmente diferente de uma mente que compreendeu a actividade do «eu», que viu o movimento do pensamento como sendo tempo. A própria atenção a todo esse movimento cria a qualidade da mente que está em total serenidade, e na qual algo absolutamente novo pode surgir.
A meditação é o esvaziar da mente de toda a actividade do «eu». Levará isso tempo? Poderá o esvaziamento, ou antes – é melhor não usar a palavra esvaziamento, ou antes – é melhor não usar a palavra esvaziamento, porque esta pode assustar-vos – poderá este processo do «eu» extinguir-se através do tempo, através dos dias e dos anos? Ou poderá ele cessar instantaneamente? Será isto possível? Tudo isto faz parte da meditação. Quando dizemos para nós mesmos: Ver-me-ei livre do «eu» gradualmente, isso pertence ao nosso condicionamento, e, entretanto, vamo-nos divertindo. Quando usamos a palavra gradualmente, isso envolve tempo e durante esse período de tempo fazemos aquilo que nos dá mais satisfação – todos os prazeres, todos os sentimentos de culpa que acarinhamos e sustentamos, toda a ansiedade que nos dá um certo sentido de viver. E para nos livrarmos de tudo isso, afirmamos: «É preciso tempo». Esta atitude faz parte da nossa cultura e do nosso condicionamento da evolução. Será que demorará tempo fazer cessar psicologicamente as actividades do «eu»? Ou não será preciso tempo, mas sim a libertação de uma nova espécie de energia que porá tudo isso de lado instantaneamente?
Será que a mente vê de facto a falsidade da afirmação de que é preciso tempo para dissolver as actividades do «eu»? Será que vejo claramente essa falsidade? Ou intelectualmente, penso que não pode ser desse modo, e continuo a pensar assim? Se eu vejo de facto a falsidade disso, então acabou-se, não é? O tempo não entra neste processo. O tempo apenas é necessário na análise, quando há uma inspecção ou estudo de cada pedaço que constitui o «eu». Quando vejo todo o movimento disto como sendo pensamento, isso não tem validade, embora o ser humano o venha aceitando como inevitável. E porque a mente vê essa falsidade, há um terminar.
Não caminhamos até demasiado perto da beira de um precipício, a menos que sejamos mentalmente desequilibrados, para depois nos despenharmos; se formos saudáveis permanecemos longe desse precipício. O movimento para nos afastarmos não exige tempo, é uma acção imediata porque vemos o que nos aconteceria se continuássemos em frente. Do mesmo modo, se percebermos a falsidade de todo o movimento do pensamento, da análise, da aceitação do tempo, etc., então há uma acção instantânea do pensamento, como sendo «eu», pondo fim a si mesmo.
Uma vida religiosa é uma vida de meditação, na qual as actividades do «eu» não estão presentes. E é possível neste mundo, no dia-a-dia viver uma vida assim. Isto é, pode-se viver uma vida em que haja vigilância constante, atenção sem esforço, e uma mente muito atenta ao movimento do «eu». E essa atenção é uma atenção a partir do silêncio, não a partir de uma conclusão. Tendo a mente observado as actividades do «eu» e visto a falsidade do que observou, ela torna-se extraordinariamente sensível e silenciosa. E, partindo desse silêncio, ela actua na vida diária.
Compreenderam o que foi dito? Partilhámos isso juntos? Porque se trata da vossa vida, não da minha. É a vossa existência de dor, de tragédia, de confusão, de sentimentos de culpa, de prémios e de castigos. Tudo isso é a vossa vida. Se houver serenidade em vós, tereis de clarificar o que se passa convosco. Ler um livro, seguir um mestre, ouvir alguém, não resolve os problemas. Os problemas permanecem enquanto a mente humana se mover dentro do campo da actividade do «eu»; esta actividade do «eu« tem de criar cada vez mais problemas. Quando observamos, quando nos tornamos muito conscientes dessa actividade do «eu», a mente passa a estar extraordinariamente serena, saudável, sagrada. E, com base nesse silêncio, a nossa existência, em todas as actividades diárias, transforma-se.
Religião é o findar do «eu», e é também acção que nasce nesse silêncio. Uma vida assim é sagrada e cheia de sentido.”        

J.K.

Beleza no Relacionamento

O pensamento é um movimento, que cria um espaço entre o que é, o facto real, e o que «deveria ser», o ideal. E ele é também o tempo para cobrir esse espaço. Assim, o pensamento, sendo um movimento da mente, é também tempo (tempo psicológico).
Mas haverá algum tempo quando só existe a observação de o que é, sem nenhuma evasão para o que «deveria ser»...?
Compreender isto é muito importante para a mente, porque o pensamento pode criar imagens maravilhosas daquilo que é sagrado. Todas as religiões o têm feito. Todas elas são baseadas no pensamento, organizado em crenças, dogmas, em rituais. Assim, a não ser que haja uma completa compreensão do pensamento como sendo também tempo e movimento, a mente não é capaz de ir para além de si mesma.
Somos treinados, educados, para tentar transformar o que é no que «deveria ser», o ideal, e isso cria tempo. Todo esse processo, todo esse movimento do pensamento para cobrir o espaço entre o que é e o que «deveria ser» é esse tempo para transformar o que é no que «deveria ser». Mas o «observador» (o «eu», com todo o seu condicionamento) é aquilo que é observado, portanto, não há nada para mudar: há apenas o facto, o que é. O «observador» não sabe o que há-de fazer com o que é (como por exemplo, a cólera ou o ciúme que sente), e assim tenta vários métodos para mudar o que é: controla, tenta reprimir o que é. Mas o «observador» é o observado: o que é é o «observador». A cólera, o ciúme são também o «observador»; não existe ciúme separado do «observador» - ambos são um só. Quando não há nenhum movimento, nenhum pensamento para mudar o que é - a cólera ou o ciúme - então estes deixam completamente de existir porque o «observador» (o «eu») é o observado.
Investigai isto muito profundamente e vereis. É realmente bastante simples: Se «eu» sinto antipatia por alguém, a antipatia não é diferente do «eu». A entidade que antipatiza é a própria antipatia; n-ao está separada dela. Mas quando o pensamento diz, «Tenho de dominar a minha antipatia», então isso é um movimento no tempo criado pelo pensamento, para dominar o facto, aquilo que realmente é. Assim, o «observador» - a entidade, o «eu» - e a coisa chamada «antipatia» são o mesmo. E então, quando isso é percebido, há completa imobilidade.
Não é a imobilidade daquilo que é estático. É a completa ausência de movimento do pensamento e é, portanto, completo silêncio da mente.
Assim, o tempo como pensamento a tentar conseguir um resultado acaba totalmente e, portanto, a acção é instantânea. Deste modo, a mente construiu a base que a liberta do conflito, da desordem. E floresce com a beleza da virtude, da integridade.
É nessa beleza que se baseia o verdadeiro relacionamento entre cada um de nós e o outro. Nesse relacionamento não há nenhuma interferência da imagem que se tem do outro: há só um autêntico relacionamento, e não essa imagem a ajustar-se à imagem que o outro tem de nós. Apenas existe o que é e não a tentativa de mudar o que é. A tentativa de mudar ou transformar o que é é o movimento do pensamento no tempo (que ele próprio cria).
Quando chegamos a esse ponto (em que só existe o que é), a mente e também as células do cérebro ficam totalmente quietas. O cérebro que conserva as memórias, a experiência, o conhecimento acumulado, pode e deve funcionar no campo do conhecido. Mas agora esse cérebro está liberto da actividade do tempo e do pensamento. A mente está então completamente tranquila. E tudo isto acontece sem esforço algum. Tudo isto tem de acontecer sem nenhum sentido de «disciplina», de controle, os quais têm relação com a desordem.
Como vêem, o que estamos a dizer é completamente diferente do que gurus, os «mestres», os filósofos do Zen dizem, porque o que dizemos não leva a aceitar a autoridade de outro, nem a seguir alguém. Se seguimos alguém, estamos a destruir-nos a nós mesmos, e também ao outro. A mente verdadeiramente religiosa não segue autoridade alguma. É inteligente, e aplica essa inteligência. No mundo da acção há a autoridade do cientista, do médico, do homem que ensina a guiar um carro, mas no campo espiritual não há nenhuma autoridade, não há nenhum guru.
Se examinámos profundamente tudo isto, a mente então cria ordem no relacionamento, e compreende toda a complexa desordem do nosso viver diário. Da compreensão dessa desordem, do reparar nela sem nada escolher, nasce a beleza da integridade - que não é «cultivada», que não é produzida pelo pensamento. Essa integridade, essa virtude, é amor, e se a mente tem esse amor, que é ordem, profundamente enraizado já não tem nenhuma agitação. E somos assim capazes de perceber todo o movimento do tempo. A mente está então em completa quietude: já não há nenhum «observador» (separado daquilo que observa), nenhum «experienciador», nenhuma interferência do pensamento.
A mente está assim livre para observar. Então, há aquilo que, através dos séculos, o homem tem procurado: o Intemporal, o Inominável. Não é possível expressá-lo verbalmente. E a imagem que o pensamento tem criado dele deixa completamente de existir, porque não há nenhuma entidade a desejar expressá-lo em palavras. A nossa mente só pode descobri-lo ou encontrá-lo, quando temos em nós essa realidade extraordinária chamada compaixão, amor - não só pelos seres humanos mas também pelos animais, pelas árvores, por todas as coisas.
Então, com esse amor, a própria mente torna-se sagrada.

Krishnamurti

Ambíguo

Nostalgia, quando falas e não és entendido.
Quando não se faz luz, ainda não...
Quando percebes quão longe o entendimento está da noção de que falo... onde a mesma palavra têm significados diferentes...
Trágico entender que existe essa gradualidade de intensidade.
Por haver quem se permita à existência morna.
Mal-entendidos e ambiguidades existem, quando não existe entrega em tudo o que viveu!´
Trágicos mal-entendidos que apenas reflectem que se vive não se permitindo à linguagem única do coração.
Porque se privam de viver intensamente?!
Que medo é esse?
Saberão onde acaba ou começa o vosso corpo?
Saberão onde deixam de ser ar para ser corpo, ou saberão onde deixam de ser corpo para ser ar?

"Ambiguidades que vencem pelo cansaço"

Wednesday, May 25, 2016

Observar

Observar a vida, é ser júbilo.

é a magia da vida, o mistério dos deuses tão procurado... uma tão trivial verdade como: "é no agora que a vida acontece".

cuja sua interpretação é proporcional ao conteúdo que a analisa.

se partir de um centro, ego, personalidade - ela é algo inatingível.

se for só o observar disso mesmo, em tempo real. - plim -

é.

Tuesday, May 24, 2016

Atenção

Atenção é um imenso poder.

Tendenciosamente, nos identificamos com essa atenção. Mas se percebermos profundamente que "atenção" é uma qualidade que podemos usar... então experienciamos a libertação.

Pois a atenção pode até se observar.

E é nesse espaço que observamos o tempo a mudar, e tua plenitude permanecer inalterável. Sem ruido.

Não somos esse condicionamento.

Atenção.

Sabemos

Não se trata de fazer acreditar.
Todos aos poucos vão chegando a um ponto de saturação, depressão, doença... ponto máximo de suportabilidade de todo o condicionamento anti-natura que se cria.

É humanamente insuportável.
E podes até te convencer que tem que ser. Que é o que é suposto. E tentar ser feliz com essa realidade. Mas...

Sabemos bem no nosso âmago, bem no nosso profundo sentir, que existe uma inquietude... uma quase incoerência, que dá erro, sempre que se sente felicidade.
Podes até senti-la, mas ela será efémera.

E haverão dias cinzentos, haverão dias de sofrimento... e haverão os que são de plenitude... efémera plenitude... porque o centro logo se faz sentir. A mente logo dispara questões, imagens, memorias, emoções que não sabemos de onde veem. Que só não se compreendem, porque estamos alheados ao que somos.

Como nos poderemos contentar com tamanha imperfeição... como se fossemos condenados à nascença como um erro de fabrico... como nos podemos aceitar sem descobrirmos o que somos?

Descobrir, não adquirindo informação, contexto. Apenas sentindo, sendo, estando. Comungar dessa permanência de movimento que é. Que tudo é.

Se o erro é apenas o perpetuar da crença de que somos personalidade/corpo confinada a existência sofrida. Ou que temos que ir à procura do que somos. Quando temos, não somos. E assim, nos condenamos per si.

E Ir à procura do que somos experienciando, sem ter a noção do que se é. É viver na ilusão da procura, do atingir do prémio que nunca virá. Quando as experiencias estão todas aí para serem vividas em consciência.
O ego, procura experiencias. Só assim ele se mantêm vivo. Pois ele é o registo de toda a vivencia. Logo não passa de uma ideia, que nos deixa à parte do que somos.

A Consciência está aqui. Só sintonizar. Ser.



 

Be


A dificuldade que existe/resistência que cada um pode sentir ao que falo, é proporcional à intensidade em que cada um acredita na sua personalidade como identidade/corpo. E é só esta a crença que cria a fronteira.

Vos falo num lugar que não é mais identidade, mas sim a consciência da conversão da consciência da consciência.
Do ponto de vista humano, a consciência é muito limitada e sempre instável. Pois é reflexo de um centro/ego. E o que uma pessoa aprende hoje, esquece amanhã.

Mas se não estiver comprometido com o coração, na vivencia, isto será só uma história, na qual você quer acreditar.

E quando acreditamos em algo, se não há comprometimento com o coração, essa crença não se sustentará e acabará por criar um enorme stress, doença... E nunca o conseguirás ter/agarrar/alcançar... simplesmente porque não é uma questão de ter, mas de ser.

Acreditar que teremos alegria tendo como base um ego, é condenar a vida à inconstância.

E este é o desafio - transcender as limitações do nosso condicionamento. E isto é um erro, se for um acreditar. Trata-se apenas de uma correcção no tempo/espaço/pensamento.

É no Agora que a magia se faz.



 

Repetições

O que te distancia de mim, é a ideia que tens de ti.



Permite-te respirar. Sem necessidade. Apenas deixando-te ir... permitindo-te morrer, estando vivo. Observar o momento em que teu corpo deixa de sustentar uma personalidade/personagem... Observar o compasso que acontece, como um respirar de todas as células de toda a existência...vortex...


só o grito a assistir sua extinção


Somos nós que nos reduzimos a identidades que buscam experiencias. Prespectivem-se, prospectivem-se. Só quando souberem o que são poderão viver. Aí sim, teremos tudo para experienciar.



"Não há despertar de consciência sem dor. As pessoas farão de tudo, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar sua própria alma. Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão."
- Carl Jung